Harry Sanborn: I think I'm entering into another phase with this thing. I'm mad at you. Erica Barry: I think I'm mad at you too. Harry Sanborn: Good, because I don't LIKE thinking about you all the time and worrying about how you are... Erica Barry: You... worry about ME? Harry Sanborn: Yes, honey. The schmuck, who deserves to die, worries about you. Sometimes worrying about you feels like a full-time job.
 Harry: Schmucks are people too
******* Porque não são apenas os filmes angustiantes que edificam o caráter de uma pessoa.
Escrito por Renata CS às 23h14
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 Receita para desacreditar do mundo. Assista com o controle remoto na mão. Enjôo até a noite. Mesmo com cheiro de chuva. Limpeza. Tristeza. Leveza. Cheiro de chuva. A água cai. Lava alma. Leva peso. Cheiro de vento com chuva. Procura reforço. Juntar. Pede tempo. Finge não entender. Discernimento? Consentimento? Podia levar, lavar o excremento é para continuar rimando. Ritmo imposto pela cadência de um poema escolar, ab/ba. Fugiu na hora do recreio. Queria tomar banho de chuva.
Escrito por Renata CS às 19h28
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We´re never gonna survive unless we get a little crazy
Escrito por Renata CS às 19h14
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Diálogos Surreais
- Então Manos, deixei o xico no veterinário prá tomar banho. - Sei, e o que você vai fazer? - Vou agilizar uns textos em casa, não sei se vou para o Rio, é muita grana prá gastar só pra ir para uma festa e... - Então, depois a gente se fala. Quero ouvir você na televisão. Começou o Programa. Tchau
tu-tu-tu-tu-tu
Escrito por Renata CS às 12h59
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There is a light there never goes out
Parou no espelho. Encarou suas pupilas. Não cresceram, nem diminuíram. Poderiam não ser suas. Poderiam ser daquela pessoa que um dia foi, há tanto tempo que nem se lembra quando ouvia "tenho vergonha”. Aquele no espelho não era ele, mas um momento de fraqueza permitia a confusão dele com o outro, aquele passado em que ouvia o quão errado era tudo, quando respirava sufocado, desconfortável não cabia nos modos e nas mesas duma sociedade tão cheia de etiqueta, preenchida por botox. Aquela sociedade que não estendia a mão, ao contrário, empinava o nariz e apontava o dedo quando ele passava, falava ao seu ouvido naquele momento em que se encarava, procurando seu rosto no reflexo do espelho. Pensava em voltar atrás, largar a cidade, a arte, a vida e verdade por causa dos joelhos novamente ralados. Quando os joelhos dobravam, sentia então o peso daquele passado nas suas costas, como se de suas orelhas explodissem as dinamites diárias depositadas, pretensamente esquecidas. Talvez fosse mais fácil acreditar que mais fácil a vida seria se tivesse escolhido o caminho da maioria. A ignorância não é dita benção?
No momento parou pra pensar. Ignorante não é, e terá que caminhar com o pecado original, o de discernir, o de raciocinar, o de esmiuçar. Arafat morreu. Bush foi reeleito. Lide com isto. Lide com um mundo em que pessoas se matam todo dia, se beijam todo dia, e às vezes as que matam queriam beijar e as que beijam queriam matar. Lide com as expectativas. Um mestre disse que a expectativa é uma armadilha disfarçada de desejo. Ali, esperanças e pesadelos, açúcar e farinha misturam-se na hora de fazer bolo. É só colocar um pouco a mais que a receita desanda. A esperança acaba ludibriada pelo desejo. O que poderia ser vontade, torna-se necessidade. O desejo não lembra do outro. É uma pequena marionete, papel importante no desenrolar da peça, mas ai dele se errar a sua fala. O pior é que sempre erra. Não sabendo que está numa trama hollywoodiana, que poderia ganhar o Oscar, que poderia ganhar o mundo; a marionete está lá, perdida em seu próprio universo, sem possibilidade de colisão com o universo primário dessa história. Por melhor que seja o desejo, ele é sempre pessoal.
Corta cena. Desejo deixa palco. Entra pesadelo. Foco de luz, por favor. Monstros embaixo da cama, fantasmas dentro do armário. No momento da não realização, seja milimétrica ou genérica, a lista de decepções e tristezas, supostas fraquezas e defeitos, motivos irreais para que as coisas tenham saído daquele jeito, saem do bolso em forma de papiro. Desenrola, esquece o seu, toma como verdadeiro o outro, aquele universo, aquele desconhecimento para reforçar então os fantasmas, os monstros, as fraquezas e defeitos e transformar tudo aquilo num pesadelo. Jogada a responsabilidade que não é nas próprias costas, reforça o passado, o dedo, o sofisma.
Caiu como pato. Não é mais aquele que era e naquele momento deixa-se convencer com a facilidade de quem nunca lutou pela própria vida. O que é seu é seu. O que é do outro não lhe diz respeito.
Escrito por Renata CS às 12h57
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Bacanérrimo foi o show de abertura do Cidade Mutação. Ontem teve Cansei de Ser Sexy, Mamelo Sound System (participação inspirada de Jorge du Peixe e Lucio Maia da Nação), Nego Moçambique (deliciosamente incrível), Scandurra a.k.a Benzina (sobreviveu à queda de luz e tudo) e Max B.O. + DJ Marco fazendo o interlude. B.O. mostrou mais uma vez ser o grande nome do improviso lírico-musical nacional quando se tocou que não tinha chamado um dos participantes do "Spoken Words", Alex Antunes e Xico Sá, o esquecido em questão. Vjing do Embolex, responsável por todos os shows do evento.
Segue durante os próximos dias shows, debates e workshops. A programação musical é: Hoje - 13/11 - 20h30 na Choperia do SESC - Nego Moçambique (vai perder?), Donazica, Junio Barreto, MCs Christopher, the Lover & Massa Rock + Selecta Magrão. Spoken Words: Lenora de Barros; convidado especial: Nereu Mocotó
Impensável não assistir: 19/11 - 20h30 - Choperia - Forgotten Boys, Hurtmold (amo!), Geanine Marques (fama de inesquecível), MC Akin + DJ A.S.M.A. Spoken Words: Cadão Volpato. Convidado Especial: Xis 20/11 - 20h30 - Choperia - Instituto (sou fã! sou fã! sou fã!), Z´África Brasil (bom), Mamelo Sound System (two thumbs up), Parteum+Rua de Baixo, Mc Max B.O.+Dj Marco. Spoken word: Rodrigo Carneiro. Convidados especiais: Helião e Negra Li
Escrito por Renata CS às 14h32
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Coisas da NET
*Orgulho* 10 pãezinhos estão de casa nova. Hoje fazem até bate-papo no Uol às 19hs, que chiques. Se esse blog tivesse platéia eu pedia o coro "Eles merecem, eles merecem, eles merecem!"
*Sorriso* Chris Couto, pessoa das mais bacanas da Terra e com um gosto musical engrandecedor é a seletora do Vitrola Invisível. Imperdível!
*Depois que inventaram o pedido de desculpas, o erro foi institucionalizado. Nesse caso prova apenas que resta vida inteligente na gringolândia, apesar da maioria tentar provar o contrário*
 Dica da semana de uma das minhas colunas musicais favoritas.
Escrito por Renata CS às 14h00
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Fútil Inútil
Dedicado inteiramente à liberação da criatividade reprimida, o D.E.N.C.E - Departamento de Escolha e Nomeclatura de Cores de Esmalte, permite um minuto de sanidade aos empregados de fabricantes de esmaltes e horas de risos para as usuárias de tal produto. Lá é possível colocar à prova o grau de abstração, de imaginação e de atuação ao olhar para um vidrinho e esprimir em palavras o que aquela cor lhe trás à mente. E assim nasceram "Drops", "Chamoix Noite" e "Cobre Strass" (alguém que vive purpurina, com certeza), "Sax", "Vermelho Atômico", "Athie" (??), "Dara" e "Gabriela" (esse era noveleiro), "Arraso", "Néctar". Tem o incrível "Deixa Beijar" e variações como "Rebu" em cima de "Tâmara". O D.E.N.C.E não vê fronteiras, e seus domínios chegam à Gringolândia, onde é possível encontrar "Toast of NY", "Midnight Mauve", "Rouge Mystic", "Malaga Wine", "RoseZing" e "Transcedental". Vez por outras os homenzinhos ficam preguicentos e, após deixarem suas ninfas com belas cores nas unhas, permitem que elas escapem pelas janelas e com elas a inspiração, permitindo a vinda de "Café", "Vinho" e "Preto", por exemplo. Só assim para justificar um esmalte chamado "Amora".
Escrito por Renata CS às 18h03
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Faltou dizer que
*Pessoas são tristes mas são felizes *Descoberto o horário que São Paulo dorme. 1h30 da manhã, segunda feira, Fradique Coutinho entre Inácio e Aspicuelta. O único barulho, repetitivo e insistente, era o do salto do sapato. São Paulo é tão deliciosamente cacofônica que num momento desses a impressão é a de que algo vai acontecer. Falta costume em cruzar ruas de uma cidade onde não se vê nem fantasmas, onde bares barulhentos estão cobertos de silêncio. *Resfest: além de vídeo, música, exposição, design e festa, tem camisetas e bolsas. Precisa mais?
  Por absoluta preguiça dessas mãos, vou dar um copy+paste no release para explicar o que é o resfest. Mas é bem bacana mesmo! O que é o Resfest? O Resfest é um festival que surgiu em Nova York em 1996 e que hoje ocorre anualmente em mais de 30 metrópoles do mundo. Englobando o universo da criação visual digital, o evento abrange cinema, videoclipes, vídeos de design e comerciais, tendo como proposta reunir trabalhos de artistas contemporâneos criativos, homenagear projetos pioneiros e descobrir novos nomes. Ano passado, as maiores atrações do evento foram a retrospectiva do diretor Michel Gondry, a Mostra Spike Jonze e a pré-estréia de ³Interstella 5555², longa-metragem dirigido pelos ingleses do Daft Punk.
Durante a semana do Resfest, são realizadas festas com DJs e shows com bandas nacionais e internacionais. Na FNAC Paulista, será montado o Reslounge, um espaço para a integração entre artistas e público, que receberá DJs e pocket shows: DJs Gadernal Crew, Rizoma, DJ Alívio, DJ Murillix, Dia e Lulina. Já no espaço Urbano e no SESC Pinheiros recém-inaugurado e um dos maiores da rede festas com nomes de vanguarda da música vão agitar as noites paulistanas: DJ Organic e Nada Surf.
  
Escrito por Renata CS às 19h23
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Ainda há vida nesse blog após três dias de maratona ao vivo, em que o quintal de casa e local de trabalho eram mesmo o Jockey e suas tendas. Das 32 atrações, 11 passaram batidas, sendo que três por cansaço absoluto e 8 por distância. Foram vários pedacinhos. Mas o quebra-cabeça ficou bom. Coeso (é possível?), bonito e bem montado. Ainda digerindo algumas intervenções sonoras, não dá prá deixar de dizer que: - Kid 606 teve momento inspiradíssimo ao mixar Outkast no seu set. Começou pesado e depois deixou o groove entrar.
 - Kraftwerk é o máximo. WE ARE THE ROBOTS. E ainda teve uma prévia na quinta feira a tarde quando cinco tiozinhos, ou melhor, gagazinhos lindos e sóbrios descem da van e entram no espaço do Stage para uma passagem de som que virou show e ensaio particular. Ver a cara deles com suas rugas e sem suas armaduras de robôs na 5afeira e enxergá-los novamente em pleno ápice na sexta foi prova de que ali existiam robôs.
 - Nancy Wilson: Quatro músicas da poderosa musa norte-americana provaram o poder dessa lady, que brinca com a voz como criança com bolhas de sabão. Lindo, mas os pernilongos se provaram mais fortes. - Palco Lab na sexta-feira: F.UR.T.O + Kinky+ Panjabi MC. Por algum mistério - ou pelo fato de que nenhum dos nomes era realmente forte, estava mais que vazio. Num espaço para 2 mil pessoas havia 200. Na hora do ao vivo com o show do F.UR.T.O tivemos de chegar próximo ao palco para não mostrar a grade. Triste pelos grupos. O primeiro ainda tem que se encontrar como banda, bons músicos, mas falta a unidade e o traquejo que só o palco dá. Kinly, grupo mexicano que parecia ser bem interessante (no seu último disco, Atlas, o vocalista do cake faz uma participação especial) mas foi justamente na sua vez que os dois ao vivos eram no outro palco. Panjabi veio escorado em um hit só e pelo jeito era isso mesmo. - Soulwax: barulhento numa outra sintonia. - Cansei de Ser Sexy: o grupo é bom e conseguiu segurar o peso do tamanho do palco, apesar de que um palco menor seria melhor para eles. Poderiam ter feito um show um pouco mais curto, porque o palco estava muito atrasado e as pessoas na expectativa de ver 2manydjs. A participação do Supla foi perfeita. E eles tem carisma
 - 2manydjs: se alguém souber de outra possibilidade de ouvir, num mesmo set, Slayer (versão remix deles), kraftwerk, nirvana, michael jackson, primal scream e mais muita coisa, não para de dançar um minuto e sair de alma lavada, favor avisar. Preciso de doses semanais disso.
- Picassos Falsos: três músicas. Que lhe parece poesia concreta, rock, um pouco de percussão à lá samba prá dar cara de brazuca? Preguiça. - PJ Harvey: Linda, poderosa, graciosa e ainda mandou o seu "obrigado" já na terceira música. Com maracas que combinavam com o vestido. Vai tentar ser bacana assim. Emocionada com o público, sorria suave a pequena Ms.Joker, que apesar de ser mulherão no palc, se encantou quando notou que todos sorriam de volta.
 - Primal Scream: eles tem força, guitarras, presença de palco, um baixista fantástico (que era do Stone Roses). Fizeram um show histórico (palavras de Massari), puseram todos para dançar e lembrar os velhos tempos. Demonstravam estar embasbacados com o público que enlouquecia. Por isso o triplo bis, depois "Movin´on Up" (ah, delírio) e ainda encerraram com cover do MC5. E prometeram voltar em breve.
 - The Cinematic Orchestra: experimentalismo sonoro, mais bonito ao vivo pois é até mais orquestra que em disco, quando´é mais dj. Mixage, de som e imagem emocionante. - Bebel Gilberto: Apenas três músicas. Mas platéia cheia, lotada mesmo. Todos querendo cantar junto. A moça se emocionou, chorou, e o povo não parava de cantar. Acompanhamento de duas mil vozes é desafinado sempre, mas também cheio de vida. - De Leve + Stone Love + Digital Dubs/Bumbabeat: canseira da noite anterior não deixou ver mais que o caipirinha man, que entrou de roupão e samba canção, só para falar que era estilo foda-se. Mas se tivesse tão pouco se fudendo não pararia para botar panca e fazer onda, não é? - Brian Wilson - duas músicas, no meio da correria. Platéia hipnotizada, gritos de fãs. Meio sono para quem não conhecia toda a história, talvez. Fora que lembrou James Brown, meio gagazinho, que puxa a nota e a voz e deixa a banda fazer o resto. mas ainda assim, sabe fazer bem.
 - Grenade - guitarra-guitarra-guitarra. Bom aquecimento - The Libertines - muita gente se chocou quando após o show a platéia esvaziou. É que nunca uma banda-do-momento veio tão no momento apresentar-se por aqui. Show energético, um baterista que era um monstro e um vocalista cheio de onda. Divertido até o fio do cabelo.
 - Mars Volta - quem era fã estava em catarse. Como o próprio disco, o show conta uma história. E uma história que fica mais difícil de compreender se é pega pela metade. Mas uma história bem escrita, dá para perceber. - Pet Shop Boys - saudosistas, barbies, todos aqueles que nunca quiseram "being boring" estava lá para se acabar de dançar com os garotos da loja de animais. E se acabaram. Palco Lindo. Show idem.
quase esqueci: Fotos - Chris Von Almen
Escrito por Renata CS às 18h59
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crianças?
Gabriela tem 10 anos e uma imaginação prá lá de fértil. Outra tarde ficou fazendo um filme caseiro com a amiga, "A Perua com Amnézia(sic)" conforme os créditos. Num desses cartões estava escrito "Jorge W. Bush" (sic2). A história do filme era a de uma perua com amnésia (dã, jura...) que era tratada por uma terapeuta louca. A dita terapeuta a fazia acreditar que ela morava na Casa Branca onde a mulher ia parar. O que Jorge W. Bush fazia? - Ele ficava deitado na cama dele dentro da Casa Branca e daí a doida pensava que ele era o marido dela, o Deus da Silva Sauro, e então ele mandava prender a doida. - Nossa, mas por que? - Ué, porque ela aparecia lá. Não é isso que ele faz, coisas sem motivo?
Alguém explica se até uma criança de 10 anos consegue entender isso, como os americanos não?
Escrito por Renata CS às 18h56
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O azul veio e pegou desprevenido um vermelho que dançava e sorria até um minuto atrás. Só Jane Birkin poderá salvá-lo.
Escrito por Renata CS às 13h36
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Dia de Los Muertos

Ao contrário dos católicos, os Astecas curtiam zombar da morte. O Dia dos Mortos é a época de celebrar os antepassados, encerrar ciclos e começar outros. Como os cristãos espanhóis não achavam essa idéia muito interessante, tentaram extinguir a festa. Os colonizadores conseguiram, no máximo, uma mudança-adaptação ao calendário deles, e o Dia de Los Muertos, que acontecia por volta de agosto, considerando o calendário judaico-cristão, foi parar convenientemente perto do dia de todos os Santos e do dia de Finados, o feriado católico que teria tudo para ser igual mas é bem diferente. Por isso em Finados sempre chove, mesmo que uma garoa fina e rápida como a de ontem. As caveiras são parte importante do ritual, simbolizando a morte e o renascimento, assim como os cemitérios, que ficam repletos de flores, comida e música, tudo para agradar àqueles que já se foram.
Repleto de cores e simbologias, o dia dos Mortos também influenciou alguns dos melhores artistas de Sampa. Tatuadores, grafiteiros e todos aqueles que seguem a escola de arte da rua foram convocados para participar da Expo Cavaleros, que a Choque Cultural, galeria dedicada à esse tipo de arte, inaugurou ontem e que segue até o dia 13 de novembro pelo menos. Vá lá honrar aqueles que estão renovando a arte. (Rua Joaão Moura 997 - SP)

Escrito por Renata CS às 09h40
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Sacolão
Ainda bem que existe bicho carpinteiro. Não deixa ninguém se acomodar nos gluteos. Dá calor, dá coceira ficar ali parado, sentado, estático como dois de paus. Procure mais, procure ir.
Dia lindo para gravar, ainda mais no Mercado Municipal e na galeria Olido. Vestidinho de Jacksons 5. I never can say Goodbye.
Escrito por Renata CS às 09h25
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"Porque eu faço samba e amor até mais tarde e tenho muito sono de manhã!" (Chico Buarque)
Escrito por Renata CS às 13h16
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