quem falou que dificuldades existem para ser superadas não sabe a sensação de ler "no images" num memory card cheio de fotos pessoais, de trabalho, irrepetíveis, instransferiveis.
Escrito por Renata CS às 19h59
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Contagem Regressiva
E já são 10 as "Renata Simões" na tal comunidade orkutica que foi citada abaixo. Medo. Pânico. Pavor.
Escrito por Renata CS às 18h22
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
zzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
Trabajo, com sono. Pensar, com sono. Letargia até para escrever. Chico estava certo, se o sono matinal não é descansado, ele perdura por todo o dia. E perdura durante as tarefas e as reuniões que duram 4 horas. Como alguém pode achar que discorrer sobre o mesmo tópico depois de duas horas torna-se produtivo? A cabeça deriva, divaga e se estivesse em um ambiente mais aconchegante - como uma lembrança, por exemplo - ela delicadamente adormeceria. Não dormiria profundamente por ter muitas tarefas a terminar, mas quem sabe aquele soninho repositor de forças a faria acreditar que as coisas a fazer são poucas. Mas não são. Tarefas. Bah!
Escrito por Renata CS às 18h17
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Melhor não comentar, mas não dá para deixar de dizer, o momento mais bonito e mais assutador é quando torna-se impossível não perceber.
Escrito por Renata CS às 12h20
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
 (Gabriel Bá - 10 pãezinhos)
Escrito por Renata CS às 10h23
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
se o desejo escraviza o pensamento, a verdade foge de imediato pela janela mais próxima (cronfli)
Escrito por Renata CS às 10h13
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Chico, o gato, nasceu de vison e veio morar no Brasil. O tal país tropical, que andava meio temperado, resolveu entrar na semana semi-equatorial. Chico, que vivia de bidê em bidê prá tomar água, descobriu que dá para tomar banho também. E que pedras são perfeitas prá gelar. O calor tira o apetite e provoca um bom comportamento inesperado; as quatro camadas em volta do pescoço ficam tão unidas que é possível sentir o calor sair dali. Nasceu chique, nasceu chato, tá dura a vida no calor de Chico, o gato.

Escrito por Renata CS às 16h40
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Esquecimento etílico
é assim, você vai, junta-se aos amigos, celebra Baco e pimba! Alguma coisa some. Casacos são hour-concours. Na linha mais esquisistos encontram-se frente de rádio do carro e livros assinados por amigos. O negócio é sair para botecar sem nada nas mãos. O rsco torna-se então, perdê-las.
Escrito por Renata CS às 11h58
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
A Casa das Adagas
"Casa das Adagas" é o título em português do filme chinês que tem como nome inglês "House of The Flying Daggers". Se você gostou de "O Tigre e o Dragão" não pode perder esse. O povo de Mao encontra a tecnologia matrixhollywoodiana, permitindo acompanhar o percurso das adagas e flechas, recurso já manjado no cinema, mas que aqui ganha força prá prender o seu respiro. É um espetáculo plástico indescritível. Fotografia de prima, explorando o contraste das cores e paisagens chinesas. Como também preza ao cinema xing ling, a direção de arte é impressionante. Guerreiros quase mitológicos em combates sobre bambus, sobre cavalos, sobre o ar.
Numa China do tempo de lá vai bolinha, dois guardas do governo estão em busca de um grupo (ou seita, como a legenda meio mequetrefe insistia em apontar) de resistência. A primeira pista é um recém aberto prostíbulo. Lá a primeira prostituta, a mais importante, é cega. Ao desdenhar de sua condição, afinal como ela pode ser a primeira daquela casa, ouve a cafetina dizer que é porque ela dança como nenhuma outra mulher. Começa a primeira seqüência e o pobre diabo não resiste, atacando a moçoila, que é salva pelo gongo. O oficial que a salvou também quer vê-la dançar e propõe um desafio, "a dança de seguir a Deus" (ou alguma coisa parecida, sabem como é minha memória para nomes...). Cercada por tambores, a moça que tem que seguir o que o mestre mandar. O oficial joga uma pedrinha, ela tem de dançar e bater no tal bongo-chinês. O mesmo som, sem parar de dançar. E aí vem a seqüência mais bonita que o cinema do mundo produziu esse ano.

O filme está(va) em cartaz dentro da mostra de filmes chineses em São Paulo. Aparentemente, era para ter participado da mostr, mas devido a esse segundo festival, o governo chinês quis guardar a preciosidade. Claro que há defeitos, particularmente o ritmo que é inerente aos filmes asiáticos. Mas isso pouco importa. Senta a bunda na cadeira e divirta-se
Escrito por Renata CS às 14h09
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Crise de identidade
Imagine uma comunidade no Orkut com o seu nome. Nada na linha amigos fazendo piada, dizendo que te amam, que te conhecem, que querem que você entre no orkut ou coisa do tipo. O assunto é o nome. O seu nome. Prá ser exato, todos os seres que foram registrado sob os mesmo hieroglifos que os seus. Os homônimos. Já estão registrados, com cinco dias de comunidade, 7 pessoas que chamam-se "Renata Simões". Tem sete gentes por aí que carregam o mesmo nome que eu. Ou pelo menos parte, porque tenho Caldas no meio.
Durante um período grande de tempo, as pessoas confundiam "Manoela" a irmã mais nova com "Renata" a irmã mais velha. Mas isso não chega nem perto do que essa comunidade causou.
Escrito por Renata CS às 19h35
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
A Semana Promete

Lançamento do novo livro de um dos autores preferidos de Dona Nilda. Imperdível!
 Capa do novo trabalho dos geniais 10 pãezinhos.
E em dezembro: BALDE DE GELO vem aí
Escrito por Renata CS às 15h47
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Quando uma pessoa vai trabalhar numa fábrica de chocolates, é sabido que a partir daquele dia sua vida não será a mesma. Fábrica de chocolates lembra Willy Wonka, lembra guloseimas mil sendo despejadas na boca de um personagem qualquer de desenho animado que encontrara a torneira que continha a fóruma da felicidade instantânea. Quando uma pessoa vai trabalhar numa fábrica de chocolates não é só a vida dela que é afetada, mas dos mais próximos também. Teve prova? Toma aí um docinho novo. Ih, o lote não foi aprovado prá venda, mas tá uma delícia prá consumo imediato. O que você prefere para o Natal: moedinhas ou plaquinhas? E segue então a rotina, todo dia adocicada. O reino da Chocolátia conhece bombom recheado com maracujá, branco com crispies, café com leite, amêndoas ao chocolate...todo dia uma novidade. Um sorriso escapou quando a surpresa de dois sacos - DOIS SACOS - de raspas de pão de mel sem chocolate apareceram na geladeira. Tomar café virou uma deliciosa brincadeira, quase uma desculpa para poder enfiar a mão no saco e caçar migalhinhas sem culpa.
Escrito por Renata CS às 16h49
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
No Trânsito
uma hora e vinte e seis minutos umahoraevinteeseisminutos para atravessar 6 quarteirões. Grandes blocos, é verdade. Desce a Henrique Schaumann da Cardeal Arcoverde até a Avenida Rebouças. Mais três ou quatro quarteirões pela Avenida Brasil até entrar na Bela Cintra. E quando parecia que ia acabar o problema do congestionamento mosntro, o caminho impelia para uma nova trilha de formigas luminosas. A saga continua. "You make me feel (brand) new. Versão original, dueto em falsete e tudo mais. Podia ser pior. De repente Jorge Vercilo toma conta do rádio e a certeza que subestimar os males é o maior dos erros cresce. " Deus que me valha/ Canto da Sereia/ Rabo de arrai", deus valha-me de ouvir isso! Medo do que pode acontecer se for feita a pergunta.
Escrito por Renata CS às 11h16
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
o circo não vai embora
O Circo
(Sidney Miller)
Dm C7 C
Vai, vai, vai começar a brincadeira
A7 D
Tem charanga tocando a noite inteira
B7 Em
Vem, vem, vem ver o circo de verdade
Dm G7 C
Tem, tem, tem picadeiro de qualidade
C G7
Corre, corre, minha gente que é preciso ser esperto
C
Quem quiser que vá na frente, vê melhor quem vê de perto
A7 Dm
Mas no meio da folia, noite alta, céu aberto
E7 Am
Sopra o vento que protesta, cai no teto, rompe a lona
Dm G7 C
Pra que a lua de carona também possa ver a festa
...
C G7
Bem me lembro o trapezista que mortal era seu salto
C
Balançando lá no alto parecia de brinquedo
A7 Dm
Mas fazia tanto medo que o Zezinho do Trombone
E7 Am
De renome consagrado esquecia o próprio nome
Dm G7 C
E abraçava o microfone pra tocar o seu dobrado
...
C G7
Faço versos pro palhaço que na vida já foi tudo
C
Foi soldado, carpinteiro, seresteiro e vagabundo
A7 Dm
Sem juízo e sem juízo fez feliz a todo mundo
E7 Am
Mas no fundo não sabia que em seu rosto coloria
Dm G7 C
Todo encanto do sorriso que seu povo não sorria
...
C G7
De chicote e cara feia domador fica mais forte
C
Meia volta, volta e meia, meia vida, meia morte
A7 Dm
Terminando seu batente de repente a fera some
E7 Am
Domador que era valente noutras feras se consome
Dm G7 C
Seu amor indiferente, sua vida e sua fome
...
C G7
Fala o fole da sanfona, fala a flauta pequenina
C
Que o melhor vai vir agora que desponta a bailarina
A7 Dm
Que o seu corpo é de senhora, que seu rosto é de menina
E7 Am
Quem chorava já não chora, quem cantava desafina
Dm G7 C
Porque a dança só termina quando a noite for embora
Dm G7 C
Vai, vai, vai terminar a brincadeira
A7 D
Que a charanga tocou a noite inteira
B7
Morre o circo, renasce na lembrança
Dm G7 C Dm G7 C
Foi-se embora e eu ainda era criança
Escrito por Renata CS às 22h46
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Eu Quero
Vagando pela Net, encontrei. Se alguém tiver alguma conexão na Itália, parece que é brinde de um salgadinho.

Escrito por Renata CS às 18h01
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Um dia você vai entender que tem coisas que são como peixe cru: você achava nojento até prová-lo. (Mariana Lajolo, amiga, jornalista e poço de sabedoria...eu espero)
Escrito por Renata CS às 19h46
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
|