Perto Demais de dar certo
Dan: What's so great about the truth? Try lying for a change - it's the currency of the world.
Closer, "Perto Demais" em português, é um filme de diálogos e locações. Irônia destilada pelo texto ácido e desiludido. Lindos momentos, boas mentiras e uma vil busca pela verdade, que não é se não um eufemismo dela própria; uma tentativa apaziguadora das tormentas que ocupam a mente das. Quatro pessoas e seus encontros e desencontros.
Alice: Where is this "love"? I can't see it, I can't touch it. I can't feel it. I can hear it. I can hear some words, but I can't do anything with your easy words.
São as escolhas que são feitas entre esses encontros e desencontros que fazem desse filme uma garoa fina, aquela que prá muitos não é agradável de se passear, mas que delicadamente traz a realidade para diante dos olhos, como os pingos escorrendo pelo nariz.
Alice: [takes off his glasses] Look at your little eyes...
Onde está a verdade, quem está certo ou não, difícil dizer, já que cada pequeno universo é contaminado pela sua realidade própria. Infelizmente não encontrei o diálogo que mais gostei, do início do filme. Ele explica o que faz, redator de obtuários, e fala da necessidade de usar eufemismos. Ela pede para que ele a descreva com um eufemismo. Ele diz: "Desconcertante". Ela diz que desconcertante não é um eufemismo. Ele diz que no caso dela é.
Larry: Depressives don't. They want to be unhappy to confirm they're depressed. If they were happy they couldn't be depressed anymore. They'd have to go out into the world and live. Which can be depressing.
Escrito por Renata CS às 14h21
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Segundices
* Não deixa a tristeza se aproximar com o sol, mas que tem um que de "tá-tudo-dando-errado" no ar. * O Passa Rápido? Passa rápido prá não ver a merda toda que fizeram na cidade, não é? * Charly diz que não vai fazer mais nada até a segunda-feira acabar, à meia-noite. * Tem um dentista no meio do caminho. No meio do caminho tenho um dentista * Tem gravação. Merchan. Mac Donald´s. * O meu sarcasmo está de volta. E ele não está sozinho. * Hoje começa o julgamento de Michael Jackson. Começa mal...
Escrito por Renata CS às 14h20
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*Sem cigarro há duas semanas, a fome aumenta, a ansiedade também. O oba-oba alimentar foi cortado para que o aumento da irritabilidade não fosse acompanhado por um aumento das formas. É, vaidade é um pecado.
*Gato causa dependência. Carência felina ataca mais forte que o imaginado. Ainda incomoda o tatibitate alheio quando o assunto é o mundo animal. Mas o Chico é tão fooooofo...então a tal da gata não estava no cio. Linda, toda ruiva, nariz e almofadas cor de rosa. Mas querer, que é bom, a tal não queria. Coisas do mundo virtual. A mãe viu o Chico e ficou pas-sa-da com a fofura felina. Leva o Chico lá, deixa o Chico lá, o coração da dona do Chico ficou igual patê durante a semana (e sem nicotina!). Chico se deu bem, fez amigos de todas as espécies - cachorros, gato, chinchila. Chegou a hora de voltar. Não rolou. A gata prontificou-se a aparecer por aqui no próximo cio. Aqui em frente tem uma outra fêmea, mas experiente. A referência? "A Primeira Noite de Um Homem". Coloca "Mrs. Robinson" na vitrola, por favor!
Escrito por Renata CS às 14h14
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It´s all about Jazz
Jazz é improviso, jazz é permissivo. Essa foi a premissa de uma noite musical repleta de alma, como diriam os apreciadores do gênero. Começou com NuJazz, ou o que quer que isso seja, música que funde piano de João Gilberto com batidas quebradas, que usa do jazz polonês de 70 para fazer a pista dançar. E depois seguiu pelas mãos habilidosas daqueles que sabem descontruir uma música para criar outra. Alguém que pega uma bateria e improvisa no scratch para prolongá-la ou tranformá-la em um novo tom.
Escrito por Renata CS às 16h25
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Inevitável existe?
Escrito por Renata CS às 14h03
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Chico foi até a Vila Matilde para encontrar uma namorada toda laranja e cor de rosa, tão fluffy quanto ele. E ficou lá. Agora a dona encontra-se em estado semi-terminal de carência felina, olhando desolada pela janela, esperando a hora do gato voltar. Agoniada, liga por notícias:
- E aí, como foi a noite, como o Chico está? - Olha, ele está bem...ele só é...meio bravo. - Bravo?! - é, a Mel tá dando o maior mole para ele e ele fica lá no canto, olhando, arredio.
Era o que faltava...
Escrito por Renata CS às 11h58
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diálogos absurdamente incríveis
-Qual o som de uma mão aplaudindo? - Plac? Clap? - O silêncio fundo. O que se houve embaixo da cerejeira - Cerejeira em flor? - Flor faz muito barulho - Diziam que do silêncio nasciam anjos. Desse silêncio nasce o que? - Nasce a nuvem de nadas
só não descobri se é nuvem passageira
Escrito por Renata CS às 11h26
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Texto incrível (e antigo) justificando a paixão humana pelas listas.
Escrito por Renata CS às 11h18
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Somos mestres do nosso silêncio e escravos de nossas palavras (Qorpo Santo)
Escrito por Renata CS às 10h44
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Alguma vez você se surpreendeu com as atitudes que tomou? E com as que tomaram por você? Persiste a dúvida: não tomar nenhuma atitude é uma forma de se posicionar? Quando a dúvida se instala resta escolher ou omitir. E omitir não deixa de ser uma forma de optar, optar por deixar o outro decidir. Depois que a decisão deixa suas mãos é difícil trazê-la de voltar sem causar grandes transtornos. Será que a omissão não acaba por provocar uma exposição maior ainda? A desculpa para o próprio coração leva-o ao extremo, obriga-o a momentos desnecessários que acabam por magoá-lo com atitudes alheias. Evitar pessoas e situações não é garantia de que elas não voltem a atravessar o caminho sem pedir licença. Vai de cada um optar pelo futuro. Por mais interessante que seja ter as rédeas nas mãos, tem quem ache mais fácil deixá-las e depois culpar a demora na chegada por um desvio tomado graças à má indicação do caminho.
(texto antigo, encontrado naquela clássica limpeza de caderninhos)
Escrito por Renata CS às 11h44
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"Por motivos de discordo rompi com certos padrões da sociedade e confesso vivo melhor assim" (O velho - Viaduto República da Armênia)
Escrito por Renata CS às 11h39
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* Rober, Rober, Rober, que não saía comigo há anos a maledeta sardenta. Melhor que artista, artista-amiga sabe tudo de vida. *SPFW ontem, assistir desfile da V.Rom. Lindo, lindo, lindo. *Sair da bienal cheia de sacolinhas, fazendo a linha muambeira fashion com os brindes. *Bem casados roubados! Humpf... *Assistir Kill Bill 2 no Gemini, 18h40, única sessão que rola ainda na cidade, num cinema todo bagaceira bacaninha. *Ir comer no Bar da Dida e bebericar caipirinha e depois combinar um outro bate papo com a doninha.
Depois de um sábado estranho, um domingo bacana. E eu já estou SEM FUMAR há uma semana! (aplausos, por favor!)
Escrito por Renata CS às 13h48
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A Fer descobre uns links...esse é para descobrir o quanto vale. U$ 2,038,068.00 no meu caso. Achei bem pouco, quer saber...
Escrito por Renata CS às 20h27
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Uma frase
"Assim deve ser a relação mútua. Você não exige nada (...), eles é que devem fazer"
(Mike Nichols, diretor de Closer/Perto Demais que entra em cartaz hoje, falando de sua relação com os atores. Falando de todas as relações)
Escrito por Renata CS às 10h32
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Obscecada por CocoRosie, de quem pouco sabia mas muito ouvia, play constante no rádio do carro, quando esse permitia o Cd meio perna de pau. De repente, numa caixa de discos à venda, encontro o original. Com arte, com tudo, com um preço justo. Tradução mais completa do que pode se chamar "pílula da felicidade"
"Good Friday" I once fell in love with you just because the sky turned from gray into blue
(em breve tem mais em cartaz)
Escrito por Renata CS às 10h32
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Um show de jazz foi a prova de que aqueles que saem quando acaba e se apinham em filas perdem os melhores momentos da vida. (ou do show)
Escrito por Renata CS às 10h23
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SPFW
Solta as gazelas! Solta as gazelas que o calor tá dramático. Sim, tá rolando apagão fashion. Você entra no prédio da Bienal e as amgias que estão na porta avisam: "corre que a luz voltou agora, mas provavelmente vai acabar de novo até você chegar na rampa." Você não acredita. E anda calmamanete como alguém de olhar blasé na passarela quando Puff! acaba a luz. Acende a de emergência, é o tempo de você encontrar os amigos porque de novo PUFF! Acaba a luz de vez. Sem ar-condicionado. Egressa de uma gripe-com-dor-de-garganta, você está todo encapotado, preparado para o mundo polar que encontraria. E começa a suar. Mas é fácil desmontar todo o esquema cebola: casaco, echarpe no pescoço, chapéu na cabeça é o único que fica. Olha que maravilha que é o mundo fashion, sauna de graça e quando menos espera tem Dark Room for free. Sobe prá ver desfile, roubaram o lugar, senta no chão que já vai começar. E andam para cá, andam pra lá, alguns desajeitados, outros lindos, casacos incríveis e suas bolsas fenomenais andam sozinho. Ah, tinha alguém vestindo? Eu só vi gente vestindo moda masculina, uma loucura, no caso da feminina, as boas peças caminham sozinha, nas ruins é que se percebe o quanto essas meninas são bonitas mesmo. Vamos prá Passárgada que a festa já vai começar.
Escrito por Renata CS às 10h11
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Desejos de Camarim
Tentávamos entender porque raios todo artista, quando viaja para apresentações em algum país que lhe permite exigências estranhas pede logo não-sei-quantas toalhas. Tolhas brancas, de preferência. Prá que tanta toalha? E como para divagar não se paga nada, começou um papo sobre desejo de camarim. Luciano veio então com a melhor definição:
- Pois eu ia querer vários potes de M&M´s no meu camarim, separados por cor.
Achei incrível. Pensei que delicado também daria um bom desejo de camarim
Escrito por Renata CS às 10h08
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A pequena farmácia ambulante, que move-se lentamente da cama ao sofa e de volta a cama, acompanhada por umas cinco droguinhas químicas, chá, coquetel natural (gengibre, mel, limão) e muita fé no coração, porque se não melhorar logo o tédio provocará uma explosão.
Escrito por Renata CS às 18h09
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Culturete
doente de filme, livro, música, uma soneca e outra.
Body Song: documentário/ colagem de imagens para contar a história do homem, sem fala, só músicas. Nasce, cresce, ama, revoluciona, faz sexo, pratica a violência, sonha, morre. Todas as imagens tem uma história. E constroem outra.
Hellboy: filme baseado na HQ de Mike Mignola, que conheia só de nome, e que fez um filme bacana. Bom com pipoca.
21 Gramas: adorei. Só restou uma dúvida: são vinte e uma gramas ou vinte e um gramas?
Escrito por Renata CS às 12h20
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por fim
Morreu Bezerra da Silva. Taí um cara que sabia ser malandro. Com classe.
Escrito por Renata CS às 11h56
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com créditos
Assumo que peguei do marco
aurélio, que pegou da fer a dica
do Iberê, que eu não conheço. Fale-me em hipertexto....Enfim, animação da
música do Radiohead "Creep". O estúdio responsável? Monkeehub
Escrito por Renata CS às 11h55
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Na folga depois de duas semanas isaurianas, pretendia ir à Pinacoteca, ao cinema, ler no metrô, e fazer qualquer coisa que desse na telha. Acordo doente depois de uma noite de sonhos de possessão (sabe o filme com o Denzel Washington? Por aí). A garganta dói. Melhor não falar (penso na história do celular, acho que devo manter-me quieta). A origem é um Rio de Janeiro calorento (opa, 30 graus à meia noite e dez, tá bom?), muito ar condicionado, trabalhar na balada e não se alimentar direito (calor é remédio para tirar a fome). Agora a cabeça pesa, a garganta dói, o corpo cai. Humpf! Resta chafurdar no chá e no dvd mesmo...
Escrito por Renata CS às 10h27
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A Hora da Estrela
clarice, ah clarice, se eu soubesse como eras quando pela primeira vez chamaram-me assim, não teria ficado envergonhada por viver enfiada nos livros, mas teria gritado bem alto. O tio não sabia quem eras tu, nem eu na verdade, e agora que deparo-me com tuas palavras, penso na tal maioridade.
"É que "quem sou eu?" provoca necessidade. E como satisfazer a necessidade? Quem se indaga é incompleto. A pessoa de quem vou falar é tão tola que às vezes sorri para os outros na rua"
Encontro-me aqui, meio narradora, meio Macabéa, perdida por entre pensamentos dispares, tentando ver o vento para ter certeza que vai passar.
"E quero aceitar minha liberdade sem pensar o que muitos acham: que existir é coisa de doido, caso de loucura. Porque parece. Existir não é lógico."
"Por falta de quem lhe respondesse ela mesma parecia ter respondido: é assim porque é assim. Existe no mundo outra resposta? Se alguém sabe de uma melhor, que se apresente e a diga, estou há anos esperando."
saudades do futuro... (não escrevo mais trechos para quem quiser ler ir atrás...)
Escrito por Renata CS às 10h24
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as carinhas do orkut congelaram de novo?
Escrito por Renata CS às 10h19
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Feliz aniversário, é o que se diz. Qual a raiz de aniversário? No inglês "birthday", dia do nascimento, então por que raios diz-se aniversário de morte? Cadê as velhinhas? Vai ter bolo? Atinjo a maioridade dia 22. 18 anos. Penso não diariamente, mas a época chega sem saber data e traz tristeza. Uma sensação de solidão grande. Solidão é diferente de estar sozinho. Estar sozinho é bom porque quem não sabe ficar sozinho não sabe ficar consigo mesmo. Já a solidão...a velha coroca com verruga no nariz trancafia-me na sua gaiola para ver se engordo e viro caldo, como pode apoderar-se de mim, esmagar-me e fazer com que me sinta aquela lasquinha que quebrou do copo? Dá para continuar a usar o copo, ninguém vai notar que a lasquinha foi embora. Tristeza que tem que sair, ficar de fora do vidro na hora de trabalhar. Quando uma pequena fresta é entreaberta, ela vem como um furacão, arranca todos os pedaços colados na terra e centrifugado-os, não há possibilidade de livrar-se do movimento. Minha vida é dividida em A.C, D.C, antes e depois de Cecília, que veio e me deixou, ou não deixou porque quis mas largou uma sensação triste de abandono mesmo se querer. Embora a tristeza seja senhora, sei que não estaria aqui se isso não tivesse acontecido. A dor faz parte da história, da minha, dor que renego, que tento não mais gostar para não mais passar por isso. Tentei o não-viver. Não chorava, não falava, não entendia porque. Acostumei-me a não deixar ninguém entrar e agora que desisti do não viver, porque não viver é mais triste e dolorido que a própria dor, não sei como fazer. Será que agora, com a maioridade, devo mudar? Como? As conclusões e representações dessa morte estúpida - acidente de carro - ficam mais claras mas não menos digeríveis. É fácil culpar a ausência pela eterna insegurança, pelo vazio que deixa pequenino como fio fora do novelo, largado e solitário, sem uso nem desuso. Não sei como fazê-lo, como confiar, como entender que ter esperança não é esperar. Durante uma semana eu esperei uma reação na U.T.I, na última noite, a da melhora, naquela em que eu e minha irmã sentamos na cama e pensamos numa festa de boas vindas, ela não aguentou. Melhor foi pois teria seqüelas. Antes as minhas do que as dela. Eu ainda posso mudar, espero.
Escrito por Renata CS às 22h44
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E lá se foi o celular, passear no banco do táxi até Xerém. Estou aqui, incomunicável. Ou comunicável para quem quer comigo, já que a agenda foi junto. Ele volta. Acho. Alguns números tinham feito graça na agenda de papel, já que o aparelho já caminhou sozinho uma vez, nas mãos sorrateiras de um ladrão bem mequetrefe que era pé-de-chinelo mas deixou-me sem reação. E foi nessa vez que perdi uma parte. Parte de mim. Depois venci a parte do medo. Uma espécie de seleção natural.
(*dani, foi por isso que não te liguei....)
Escrito por Renata CS às 22h39
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