Filosofia de balcão (to Alê, with love)
"Um bom Martíni realça o que você experimenta no momento; a cerveja exagera o que você foi no passado."
Escrito por Renata CS às 00h35
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Para manter esse blog vivo
(ou enquanto não páro para atualizá-lo de forma decente):
"Nine Inch Nails libera single para remixes:
The Hand That Feeds, foi a primeira faixa liberada - foram mais de 500 versões diferentes, todas disponíveis no www.ninremixes.com - além disso a música ganhou uma versão sensacional feita pelo povo do DFA. Agora - se você tem espaço no seu disco rígido - enter no site do NIN para selecionar um programa que dará acesso aos arquivos de "Only" (a música é óteeema). Remixes devem ser carregados na página do NIN no MySpace ."
informou o plantão da madrugada
Escrito por Renata CS às 00h32
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
A comunidade que eu queria no orkut
(o título era grande e Mr. Yogurt não deixou eu fazer):
"Atropelo Peregrinos do Caminho de Santiago de Compostela"

Ficar de olhar perdido no horizonte, falando palavras desconexas, achando que é um ser evoluído não é superação de trajetória ou elevação espiritual. É falta de oxigênio no cérebro.
Escrito por Renata CS às 10h54
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Quem conta um conto
Inspirada no Trânsito, que tá cada dia melhor e que, além das boas matérias e links musicais, possibilita baixar documentários incríveis como Scratch, Braeakin´ e Freestyle, que é um pouco do que esse blog gostaria de ser, resolvi botar o bonde na rua. Dou 3 vivas para os meninos que não ficam parados no meio do caminho (ninguém é poste, afinal ) e tomo coragem para publicar (ou re-publicar, não sei) uma matéria que gosto muito e que não saiu na revista a que foi destinada. A idéia era comemorar os 25 anos de hip hop no brasil - Juntar depoimentos de quem escreveu essa história de próprio punho para contar como as coisas foram acontecendo. Ir atrás dessas lembranças é voltar à época que o homem usava o boca a boca para manter viva sua história. Mais que datas e eventos, um pouco da visão de quem participou de tudo isso. Nem sempre quem conta um conto aumenta um ponto. às vezes eles sequer lembram das datas e nomes.
Escrito por Renata CS às 14h39
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
quem conta um conto - I
As danças como a dos b.boys tem origem no funk. Eu sempre lidei com a dança; por volta de 74 em Brasília já tinham bailes black, em SP os bailes de soul começaram em 76; em 77 formei o Black Soul Brothers, e em 78 a base do Black Soul formou o Funk Cia. Fizemos shows pelo Brasil inteiro como companhia de dança de soul.
(Nelson Triunfo, dançarino, b.boy e lenda viva)
Quem eu vi fazer essa história foi o Nelson Triunfo: o cara nos bailes do Palmeiras. Num dado momento os caras anunciavam as atrações e chegava o “Funk & Cia”. Quando eu vi o cara a primeira vez, fiquei de olhos arregalados, foi o primeiro cara que eu vi desfilar na avenida de patins, o primeiro cara dançando em todas as festas black (Paulo Brown, jornalista, produtor e apresentador do Balanço Rap)
estavam comigo no lançamento o Allan Beat, que é do Sampa Crew, o Raul - Ru The Flash que está na Holanda, lá ele é conhecido como Roni, tem o MC Jack, que já chegou a ser um dos maiores djs do mundo e que começou como b.boy, o Pepeu também começou com a gente na 24 (Nelson Triunfo)
Nos anos 70 na rua Augusta tinha a Skulaxo. A gente ia nas domingueiras; morava na Bela Vista e se reunia ali, ainda a tarde, todo mundo com 16 e 17 anos. Ia lá e ficava cercando os djs, pedindo James Brown e coisas black mais pesadas. Pedia para tocar e um dia ele falou que eu podia ir tocar. Levei as bolachas e os amigos todos encheram a pista; a gente fez o som, foi a primeira vez que eu toquei numa casa noturna, num domingo à tarde. Comecei a ir à noite, o cara chamou, e comecei a tocar sem ter idade para estar lá ainda. Lia muito sobre os caras da música, comprava muito vinil., uns dois ou três vinis importados por semana. Me interessava muito pela musica, pelos músicos, um som bacana. Naquele tempo a gente se reunia na casa dos amigos para ver quem estava com a bolacha mais quente. (Paulo Brown, )
Em 79 veio o “Rappers Delight” - pra mim o primeiro rap foi o James Brown. No estilo mais moderno Sugarhill Gang e o King III; eu tinha o “Rappers delight” porque um amigo tinha ido viajar para nova Iorque e me trouxe, falando que era o som que estava tocando lá; a Funk Cia fez um show no Palmeiras usando “Rappers Delight“ ainda em 79, dançando o primeiro rap. Na 24 de maio o Claudinho vendia a fita das músicas que usávamos nas apresentações, porque era um lançamento de moda mesmo, lançamos vários sons. No dia seguinte todo mundo queria saber que música era aquela (Nelson Triunfo)
Quando vi o Rapppers Delight pela primeira vez, eu estava no colegial - pedi para um amigo que tinha um tio que ia sempre pra Miami se o tio dele podia trazer um desses vinis e um tênis All-Star em 80. O tio dele me trouxe uns 6 singles daqueles - uma versão com 15 minutos de um lado e uma versão editada. No final vendi os outros para um pessoal daqui em São Paulo. (Paulo Brown)
Em 80 já tinha muita coisa de rap chegando. Nessa época a Funk Cia participou de dois programas do Silvio Santos, um “Quanto o vale o show” em que mostravam o vídeo dos gringos e tínhamos que fazer igual, como era muito rápido, a gente fazia “pertinho” e criava alguns passos em cima; Os caras dos vídeos eram Eletric boggie e The lockers, nessa época o Funk Cia já dançava o robô e um pouquinho de Locke; Em 82 chegaram os primeiros vídeos: percebemos que um estilo diferente de dança, a gente chamava de boogie por causa do eletrics boogies (Boogaloo Sam). - (Nelson Triunfo)
Escrito por Renata CS às 14h31
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
quem conta um conto - II
Eu morava em Osasco no Jardim Santo Antonio, no pé do morro tinha um salão com teto de zinco. No sábado à noite dava para ouvir o som que bombava do baile, a molecada da rua chamava pra chegar junto. Em 82 ou 83 a gente desceu no salão, nessa época rolava “Rapper´s Delight“, fiquei passado com o som e doido com aquela cena completa do pessoal dançando, de cabelo black power.
(Rodrigo Brandão, mc do Mamelo Sound System e jornalista)
A partir de 83 fomos para a rua, e em 84 teve o estouro. Levar a dança pra rua em 84 foi o começo de tudo, também fizemos a abertura da novela das 8 “Partido Alto”, as academias chamavam a gente pra dar demonstrações e aulas, o pessoal tentava imitar nos bailes e na rua. Junto com a novela vieram as revistas e jornais, os homens já não implicavam tanto na rua com a gente, não era uma coisa de moleque, era reconhecido, foi crescendo, (Nelson Triunfo)
Em meados de 84 vi o filme Beat Street; na mesma época numa novela, acho que Partido Alto, tinha uma abertura com break. Na mesma época veio a coletânea “Hit Parade Hits vol 4” com a faixa “Planet Rock” do Africa Bambaata
(Zegon, Dj)
Quando veio o filme “Beat Street” em 84, o cinema era todo equipado com caixas de som tipo baile e era um acontecimento na sala - as pessoas dançavam no meio da sessão, era como se tivesse vindo o Papa pra SP. Na TV tinha o Nelson Triunfo dançando. Eu gostava de skate, queria desenhar pra skate e já estava passando a fase de skate punk e tava entrando o hip hop que a gente conheceu através do filme e em uma semana eu estava grafitando. Peguei a minha lata e fui grafitar a minha rua, a escola
(Speto, spray e artes visuais)
Uma foi a parada do “Beat Street - na onda do break”, nele tinha os caras dançando, o Bambaata, o grafitti - acabava que você e dos amigos dançando no cinema - a coisa quase de criança de levantar e tentar fazer a mesma coisa. (Rodrigo Brandão)
Eu tinha uns amigos na Bela Vista, um ex-grupo chamado Região abissal, eles estavam fazendo um laboratório com as músicas em casa, e um dia eu fui vê-los “Bodega Bay” que depois virou o “clube do rap”, em 84: Tinha um encontro da rapaziada que subia no palco e mandava uma rima - era o Giba e o Cri, que hoje produz a Firma com o Grandmaster Duda - que antigamente era o Ataliba, o Dj Cri e o Grandmaster Duda. Ouvi falar na São Bento, eu fui lá poucas vezes, as vezes a gente tava na casa do Giba ou na casa do Cri, e ia na S.Bento, mas poucas vezes eu ficava lá por causa da polícia e tal e depois tinha atrás da minha correria, (Paulo Brown)
Escrito por Renata CS às 14h29
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
quem conta um conto - III
Lembro que em 1985 estava ouvindo programas de black music na época, e nesse período me envolvi com uma rapaziada aqui da minha quebrada que faziam algumas musicas. Entrei para o grupo deles, o Flash Rap Gang que hoje não existe mais.
(Cia, DJ)
Em 85, eu estava parado e o pessoal saiu da rua, algumas pessoas como o Luizinho e o João Break começaram a se encontrar na praça S.Bento pra dançar, porque já tinha a referência da 24 de maio. “Agora nós estamos treinando na S.Bento“, o boca a boca correu e em 86 a S.Bento era dos b.boys. Juntou muita gente lá - com os crews, o Mano Brown ia ver, o KL Jay dançava com a gente - Dj Hum e Thaíde se encontraram lá, MC Jack também passou a freqüentar (Nelson Triunfo)
Em 86 ,conheci o Fabio Macari e o Thaide na DJ Shopping na galeria do Conjunto Nacional, andava de skate e competia na época direto. Nosso primeiro ponto foi sem duvida a praça Roosevelt, São Bento e o Cais (casa Underground dos anos 80) nela rolava de tudo ,Rock,Punk,Gotico e Hip Hop ,e todos os tipos se misturavam cada um para ouvir o seu estilo que os DJ's Arthur verissimo ,Magal e Alois tocavam. o Andre Chita tinha uma bateria Roland 909 ,e fomos ao ensaio do Thaide e DJ Hum na casa do Andre Jung baterista do Ira. Quando vi o DJ Hum riscando pela primeira vez falei e isso !!! Isso que eu quero fazer com os meus discos. (Zegon)
Quando já tinha uma quantidade boa de pessoas que se conheciam e que trocavam fotos e tal, a gente resolveu pegar um ponto em comum: a praça Roosevelt - todo mundo já tinha atividade pesada no grafite mas pouca gente saia dos seus limites. A Roosevelt rolou por ser um ponto de encotro de artistas como o Alex Valauri nos fins de semanas - ai as pessoas começaram a ver o grafite (Speto)
No final dos anos oitenta um vizinho emprestrou uns discos de funk tipo Gap Band, One Way e o álbum do Sugar Hill Gang com a música "Rappers Delight" então fui atrás dos meus primeiros discos de Rap.
(Nutz,DJ)
Em 86 fui em shows no centro com o Thaide e DJ Hum no Bodega Bay, foi um dos primeiros, ainda antes da primeira coletânea de Hip Hop Nacional "Cultura de Rua", tocaram também o MC Jack e o DJ Ninja o Região Abissal. Os primeiros eventos grandes de Hip Hop que eu fui foram o Chic Show no Palmeiras em 87 ,vi na época Whodini ,Kool Moe Dee,Cash Money depois james Brown. (Zegon)
No show do Whodini eu tava envolvidíssimo: tava descendo a rua augusta ai encontrei os 3 caras na Rua, olhei pensei e fui falar com os caras - “A gente vai fazer um show“ eles falaram, nem sabia que eles iam fazer show. “Você fala inglês?”, acabei levando os caras pra casa do Gilberto do Abissal e os caras me arrastaram pra ser tradutor no show deles. (Paulo Brown)
Em 88 ou 89 rolou o projeto “Cultura de Rua” - oficinas com esquema de ensaio aberto no Centro Cultural em São Paulo. Numa sexta-feira, à uma hora da tarde - rolava o show e eu fiquei impressionado como os caras conseguem fazer tanto com tão pouco - dois caras, sem luz, sem infra e ao mesmo tempo tinha um monte gente pulando. (Rodrigo Brandão)
Escrito por Renata CS às 14h27
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
quem conta um conto - IV
No início dos anos 90, produzi no extinto Aeroanta, um show do Câmbio Negro, banda de rap de Brasília, que fazia a trilha sonora da ceilândia. Tinha 14 anos e consegui lugar para os caras ficarem, comida, divulgação. Foi nesse dia que conheci o Xis, o Código 13, que é um grupo que não existe mais e que tocou nessa festa também, os meninos do Rap Sensation e mais uma rapa...
(Tatiana Ivanovici, jornalista e atual diretora do Yo! MTV Raps)
Em 91 o Public Enemy veio pela primeira vez e eu vim para sp pois morava no rj pra ver (Rodrigo Brandão, ex-Vj do Yo mtv raps, que depois foi apresentado por KL Jay e agora por Thaide)
Em 91 tive contato com Marcelo 2dabone, o produtor do primeiro disco dos Racionais: ele me ensinou a tocar, e alguns macetes de produção estilo analógico. Nessa época eu tinha a minha própria equipe de som, que fazia festinhas em geral (DJ Nutz)
Em 92 a minha turma de colégio - no centro de Curitiba - se juntava quando acabava a aula e ia para a Praça de Alimentação de um shopping, um dia conheci uns caras que estavam versando por lá, duelando, desafiando alguém a continuar a rima -era o Comando DMC.
(Primo, DJ)
Em 93, ganhei o disco “Raio-X do Brasil” do Racionais e simultaneamente assistia o Yo! Raps americano, que passava sem legenda, toda quinta de madrugada na MTV Brasil. (Tatiana Ivanovici)
Em 93 fizemos o primeiro encontro nacional de dança de rua na S. Bento - o Marcelinho BackSpin e o Allain Beat que toca j com o sampa crew, veio gente de todo o Brasil, o pessoal até se assustou com a quantidade de gente. (Nelson Triunfo)
Em 94 eu treinava break quando abriu a SPIN, primeira loja de hip hop em Curitiba; eu não ia mais pra aula, ficava lá vendo os caras tocarem no par de toca-discos que tinha na loja. A loja virou ponto de referência pra´quem queria saber de rap na área. Depois de 3 meses trampando e olhando os toca-discos sem poder mexer
(DJ Primo)
Escrito por Renata CS às 14h25
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
quem conta um conto - V
Lembro do show do Run DMC no Circo, mesmo (em 94 o grupo RUN DMC vem pela segunda vez ao Brasil em show promovido pela Metropolitana FM, que tinha um programa denominado Dr. Rap, apresentado por Paulo Brown. A primeira visita dos caras tinha sido em 91, no Rock In Rio)
Fui no show do Ice-T (em 95, Ice-T veio ao Brasil junto ao seu grupo Bodycount e se apresentou no Olympia)
Em 1998, Racionais Mc´s lançaram “Sobrevivendo no Inferno”, o primeiro disco de rap a alcançar a marca de 500 mil cópias vendidas.
No Brasil não tem como fugir do Mano Brown, desde Chico Buarque não aparecia um letrista tão forte. Com o poder da lírica dele, os olhos do país inteiro se voltaram para um ponto que era ignorado. Num primeiro momento, teve gente chegando e até tentando copiar os caras (Rodrigo Brandão)
Racionais!!!!, Rappin'hood, Consciência Humana, Sabedoria de Vida, Záfrica, Gog, MV Bill, Xis e muito mais gente de talento que a gente tem no Brasil....(Tatiana Ivanovici)
Show de hip hop loko que eu me lembro foi o do Naughty by nature no Anhembi (Em 1999, o "Balanço Rap", trouxe o grupo norte-americano Naughty By Nature, no Anhembi, na mesma festa de apresentaram RZO e Possemente Zulu, como convidados da Rapaziada Zona Oeste)
Agora as pessoas não querem mais copiar, agora tem gente querendo fazer a sua história própria, essa renovação vai fazer bastante barulho - como o Inumanos, do RJ (Rodrigo Brandão)
Foi surgindo muita gente bacana, hoje é difícil saber, isso é uma coisa normal, os grupos bons estão em todos os lugares; Porto Alegre é uma das cidades que mais tem rap no Brasil; Brasília e Goiânia, quase quem ganhou a batalha do ano ... E o ano passado foi a grande revelação que veio do Pará, é uma coisa que já criou uma dimensão muito grande.(Nelson Triunfo)
Da Terra Média tem o Titi (Freak), o Flip, da nova escola o Vícios, Roleta...Vitché, Kobal e Binho da velha escola do grafite (Speto)
Quem pode continuar é o Will, filho do Kleber (KL Jay) que toca desde os 8 anos, é um candidato a continuar essa história, tem vários caras que vão continuar. (Paulo Brown)
Escrito por Renata CS às 14h24
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
No Cassino
entrei com 30 fichinhas sai com 32 boa noite para apostas
Escrito por Renata CS às 13h36
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Vida Saudável
Abro o freezer para enfrentar o fim da noite de domingo e deparo-me com: A) Hamburguer de Chester B) Hamburguer de Soja sabor Frango (é o que diz a embalagem)
Difícil a escolha entre uma ave que não existe e um planta modificada geneticamente sabor que não existe...
Escrito por Renata CS às 13h35
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
da festa de Recife
Fui tentar colocar o convite da festa de Recife e não consegui...
mas ele vem agora, junto com o link para você saber que sensacional foi.

Escrito por Renata CS às 10h31
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Em frente ao coqueiro verde Esperei uma eternidade Já fumei um cigarro e meio E Narinha não veio
Como diz Leila Diniz O homem tem que ser durão Se ela não chegar agora Não precisa chegar
Pois eu vou me embora Vou ler o meu Pasquim Se ela chega e não me vê Sai correndo atrás de mim
(Coqueiro Verde - cantada por Erasmo Carlos, autor desconhecido)
I-pod, eu posso ouvir Coqueiro Verde e Esperando Navio com Dóris Monteiro, mas preciso da ajuda de alguém para encontrar a letra da dita cuja...
Escrito por Renata CS às 11h13
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Agenda
E para provar que a Bodega está funcionando a pleno vapor, segue a agenda cultural do dia.
Para começar:
(tá pequena a letra? R. Bela Cintra 532)
E tem mais:
(se não der para ler o endereço R. Minas Gerais 203A)
(r. Augusta 745)
tem ainda a Nega, no 8 Bar...
e em Recife, no sábado...tem festa ...mas essa eu falo mais tarde.
Escrito por Renata CS às 12h52
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
O que é isso?
Quer motivo maior de orgulho do que uma amiga que tem um trabalho sensacional? Keep dreaming, Sy! Tem curta, tem clip, tem muito trabalho legal...mas se quiser trilha sonora que a artista indica, vá de Imperdíveis.
Escrito por Renata CS às 12h47
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
o tamanho das imagens tá meio descontrol, né?
Escrito por Renata CS às 12h38
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
It´s Red. It´s Rock

Findi roquenerol beibe, com o festival da bebida vermelha mais amarga já provada. Embora, claro, a música tenha descido lindamente, só ela é assim mesmo.
5a-feira, 11 de agosto: gravação do programa a ser exibido dia 26.08, não percam... Acompanharíamos a aparição surpresa do Marc Arm no Outs, só que o cara chegou naquele dia da gringa, fez 358 coisas e estava cansado. Os olhos semi-cerrados. A idade pesa nessa hora, a de se dizer. Ele desistiu e nós quase fícamos sem matéria. Eis que Optimo djs, dupla escocesa, ia discotecar no Lov.e e nós seguimos na empreitada. Além de serem bons entrevistados, os dois djs fizeram um set delicioso, matéria bacana e uma festa boa, não muito cheia. Provei Campari Energy. Um gole. Dei o copo para uma amiga.
6a-feira, 12 de agosto: shows do Jumbo Elektro, The Kills, Cansei de ser sexy e Optimo dj´s. Estacionamento (de graça!) com direito á van para o local. Ponto para a organização. O percurso é bom para animar a turma que se encaminha ao galpão. Campari de graça na entrada. Sigo firme, sem vacilar, enquanto o amigo australiano chafurda no vermelhin´. Local bacana com acústica estranha. Jumbo Elektro no palco, Tatá Aeroplano, o vocalista, pulando, cantando, encarnando sabe-se lá quem. Escorregamos para o bar, confesso ter vergonha quando há um show acontecendo e você fica lá no papo, como se nada tivesse acontecendo. Amigos, conhecidos, sorrisos. Começa o show do The Kills. Sabe aquelas bandas conhecidas nominalmente e pouco musicalmente? Assim. Aliás muito nominalmente, bacana eles virem para terra brasilis em pleno boom que há em torno do seu nome. Mas dizia Sheakespeare, o que há num nome? O público de adoradores ficou passado com a apresentação. Confesso que gostei da vocalista, que muito lembra a Samsara de "O Chamado" mas achei eles fraquinhos musicalmente. Os vinte minutos finais foram realmente o show, mas aquelas baterias e até algumas guitarras pré-programadas por mais bacaninhas não eram sensacionais...Fiquei com medo de declarar isso por lá porque a comoção dos fãs era geral...mas pensei, pode ser uma rabugice já que eu não conheço tanto assim o som dos caras. Cansei pegou o público lavado do kills e teve sua apresentação prejudicada, e em plena apresentação dos optimos eu fui embora. No dia seguinte tinha mais. Verdadeira operação de guerra.

Sábado, 13 de ágosto: MC5. Você sabe? Eu sabia pouco; o nome lendário, rock de protesto e tudo mais que se lê por aí. Talvez algumas faixas estão registradas no Hd, mas não peça para listar dez músicas que ia ser carão. Para dar mais emoção ao R´n´R, organização da operação "levar-primo-recém-operado-em-cadeira-de-rodas" para ver que sim, ainda há vida (e música) possível e que faça valer a pena longas sessões de fisioterapia. (sobe trilha sonora da missão impossível) Chegamos na hora do show. As pessoas são solícitas com deficientes. Tira do carro. Bota na van. Bota a cadeira no canto da van. Tiozinhos caídos de um buraco negro proveninete dos anos 70 entram na van e fazem piada com a cadeira. Em seguida eles começam a falar inglês entre si como se ninguém estivesse entendendo. Percebo que o buraco negro deve ser anterior, pré guerra do vietnã talvez pois eles não sabem que o mundo fala inglês hoje. Descemos da van. Tiozinhos nos ajudam. Entramos com a cadeira no galpão, posícionamos o pobre num canto estratégico...e aí foi apreciar um dos shows mais sensacionais que eu já pude ouvir. Energético, histórico. Quando não havia resquício de que música era aquela, havia a certeza de 3 ou 4 outras que vinham á mente na hora "elas saíram dali" indicava o HD. A força da música contrastava com a cara de chow chow dos senhores (um deles toca aos 65 anos...uau!). Enquanto o vocalista convidado Marc Arm dava mosh no público, eu pulava feito maluca na platéia. Sensacional. Na saída novamente a operação cadeira de rodas. Com a alma lavada, permitimos até que Mel Brooks descesse e empurramos rápida e gentilmente (ahã) a cadeira por um caminho de paralelepípedos. Mas aí jà valia tudo.
Escrito por Renata CS às 11h08
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Não jogar quase nada fora, ou colocar "no cantinho para jogar daqui há pouco (ou não)" tem dessas coisas:
No ano eleitoral de 2004 foi exercida pela última vez a função cívica de mesário. O pequeno poder tomou conta e quase subiu à cabeça quando os olhos bateram no título "Presidente de Mesa", que deveria ser preenchido com a minha assinatura.
Mas aí eu recebi o famigerado TicketRefeição...e a ilusão do poder desfez-se.
Taí a solução para o país, pagar o mensalão em ticket refeição....(até porque esse ticket nem o MCDonalds aceita...)

Escrito por Renata CS às 11h00
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
|