DonaNilda


tertúlia

"mas é por isso q é bom ler romances.
é como fazer análise
um romance te segura um tempo na mesma linha
ele dá sentido à vida
pelo menos por alguns dias...
acho q é por isso q as pessoas vêem novela
a vida é tão sem sentido
a pior das novelas da perez dá algum tipo de consistência a essa geléia do cotidiano

gostei

vou encontrar um romance para vc"



Escrito por Renata CS às 02h15
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As pessoas costumam dizer que eu sorrio demais. E é verdade.

Rio quando caio, gargalho de dar corda, riso pequenino e curto de cócegas, boca aberta, sorriso contido, escancarado, de tesão, de nervoso, de gostoso. De quase todas as maneiras, por quase todos os motivos. Não rio quando não quero. Não tem jeito. 

Para aqueles que evocam as melhores sensações, para aqueles cuja presença alegram, enchem o peito, e até para aqueles que fazem corar.

Para as pessoas na rua, mendigos, crianças e estranhos indiscriminadamente, mas só se é "dia-de-riso-para-todos". 

Às vezes para quem não deveria.
Para quem não vai sorrir de volta.
Para quem não sorri.
Ou para imbecis que não acreditam num sorriso puro e simples.

Ai eu acho que tá tudo errado. E penso em parar de sorrir assim indiscriminadamente. Ou não sorrir para ninguém.

Fiquei uns tempos sem rir. Achei até que tinha esquecido. Riso é leve e não flutua se a alma fica pesada. Daí um pedaço da boca começou a abrir. E depois outro. Logo tinha um sorriso maroto de novo. Quando fui remexer o baú, achei essa gargalhada>>>




Lembrei do mais gosto, que é o riso sem motivo, sem medo,
sem dever nada a ninguém
rir de se explodir em mil pedaços

não pretendo parar de rir assim tão cedo.



Escrito por Renata CS às 01h06
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se não fosse tão universo umbigo eu fotografava a estante nova, o quarto novo, a possibilidade de uma casa nova onde vivo, ainda soterrada pelos mais de mil discos, mas agora conseguindo achá-los um pouco mais. Entre caixas, livros, discos e cadernos, volta e meia pula um escrito de próprio punho guardado, esperando a hora de ser publicado:

Você tem medo de ser quem você é?
Não sei quem sou, não tenho certeza. Sei que tenho coisas que não são minhas
queixo do pai
sorriso da mãe
olhos que ninguém sabe de onde vieram
um medo só meu do que devo ser, de qual caminho seguir.

Escrito por Renata CS às 14h32
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Mais TIM

Hare Hare Marcos Hermes, excelente fotógrafo e amigo querido que fez a cobertura do evento para a Bizz. Sim, a lendária revista de música está quase nas bancas novamente, em dezembro, aguardem. E aqui uma palhinha das fotos do moço (aliás, exclusivas, olha que chique que esse blog tá!)***devido à chegada das imagens, dei uma remodelada na vendita, trouxe os comentários do TIM que estavam lá embaixo para serem abrilhantados

TIM FEST SP + RJ

M.I.A

veio então ela, M. I.A, a chamada sensação da música atual. Nascida na Inglaterra, filha de um ativista do Sri Lanka, ela morou lá tempo suficiente para ver o pai envolvido na guerra civil e o seu primo se matar como homem bomba. O que vem? Música de protesto. Da boa...em estúdio. A música de M.I.A é resultado da deglutição possível àqueles que tem causa para lutar, devora-se tudo no desespero de saber que o amanhã pode não acontecer. O show foi bacana, aquém do esperado, mas compreensível trantando-se do show de uma artista nova, que veio após uma tremenda barulheira. O engraçado foi perceber que no fundo ela é uma funkeira dos morros da terra da rainha. A própria apresentação não tem nada diferente do que os shows de funk que os cariocas estão tão habituados a frequentar. Talvez por isso e pelo desconhecimento do repertório, o show não decolou. Não só, chamou Deise Tigrona, a funkeira originalmente sampleada, para uma participação no show que ofuscou M.I.A e levou a platéia. M.I.A precisa de experiência de palco para lidar com uma situação como a que o TIM proporcionou. Potencial ela tem.

Mais segura que na apresentação carioca, M.I.A fez o público paulistano dançar principalmente com o hit "Bucky Done Gun" e sem a participação de Deize Tigrona. É legal. Mas precisa tomar toddynho.

Arcade Fire

Banda canadense. Ouvi falar dos caras a primeira vez pelo Tom Leão, que disse apostou neles ainda em março, dizendo que realmente eram bons. Bons? Sensacionais. Um show vigoroso, vibrante. Uma correria louca dos integrantes, um nonsense que seria até mais engraçado que musical não fosse a excelência dos oito músicos que transformam melodias desconhecidas em naturais diante de seus ouvidos. O conhecimento do repertório não importava diante do que era apresentado ali na frente, deixando toda a platéia embasbacada. Quando tem o próximo show mesmo?

Kings of Leon
Teve gente que gostou. Eu não sei se fui impaciente e não esperei o momento certo, o crescente da música...ai, que blá. Acontece que eu amo KOL, tenho os discos, canto junto, levanto as mãos. No primeiro acorde eles já atacarm "Molly´s Chamber" Ubberhit do primeiro disco e eu...bem, eu quase brochei, porque achei que não dava para ouvir a voz do vocalista (uma das coisas mais poderosas do KOL), achei tudo meio lento, com os andamentos que eu achava que incendiariam o palco mostrados em versão nana nenê. Antes do show eram minha grande aposta como surpresa do festival, com possibilidade de chamar a atenção do público. Ainda bem que não coloquei dinheiro na parada. Mas deixo claro que teve gente que gostou. Principalmente do fim. Nessa hora eu já estava revoltada com o som, com o cheiume do lugar onde estava e saí para pegar uma cerveja, pois o posicionamento tinha de ser estratégico para o grande show da noite...



STROKES

Foi bom. Foi do Caralho. Foi um PUTA show. Muitos reclamam da inexpressividade do grupo no palco, já que todo mundo se mexe meio como peças de xadrez, movimentos marcados para cá e para lá. Julian Casablancas literalmente escorria pelo pedestal do mic toda vez que trinava alguma música ou quando olhava para a multidão que o encarava vorazmente. Eles querem tudo o que você tem para dar, Jules. E não foi pouco, Graças. O negócio foi tão quente que o show previsto para durar 50 minutos durou mais de 1h20. Antes mesmo da primeira música, um "Oh shit" tamanho a surpresa com o público que os esperava. O repertório todo, todinho do primeiro disco e quase a totalidade de "Room on Fire", complementado por músicas do bem-vindo terceiro álbum. Tocar para um público de quase 30 mil pessoas todo para você é um show quase ganho, mas os Strokes não se importaram com a presença desse sexto membro da banda para garantir a boa apresentação. O shwo tem luz casada com a música, tem a possibilidade una de mudança de set list - em nenhuma das apresentações no Brasil a ordem das músicas foi a mesma. Após dez minutos do fim, voltaram para mais 3 músicas no bis. Eles não queriam ir embora nem a gente queria que eles fossem. Reptilia, a derradeira, explodiu a platéia numa apoteose que foi chamada de CarnaStrokes por alguns. Please don´t slow me down if I´m going too fast. Se eu pudesse, tinha seguido a tour para porto alegre.



Escrito por Renata CS às 14h11
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em duas partes

21/04 (sem ano, acho que 2004)
"Convicções são para aqueles que estão de fora" (William Parcher/Ed Harris - Uma mente brilhante)

na mesma folha, com outra caneta e outra data (31.08.2004)
Angustias são para aqueles que gostam
Medo são para aqueles que vivem
Tristezas são para aqueles que passam
Mágoas para aqueles que sobrevivem
Numa amargura que se tranforma em constância,
viver é para aqueles que querem acontecer

(Meu Deus, como eu sooooofro)



Escrito por Renata CS às 01h20
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04/05/2003

"O amoroso é sincero até quando mente, essa frase também diz muito sobre mim, acho que a mentira sempre esconde uma verdade, ..." (Ana Miranda - o meu quarto)



Escrito por Renata CS às 01h17
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12/05/2003

"Não sei quem disse que só podemos escrever bem sobre os nossos pecados porque é muito difícil lembrar uma ação vistuosa ou mesmo se ela resultou de uma razão boa ou má" (Rubem Fonseca - Diário de um fescenino)

Escrito por Renata CS às 01h14
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03-04/06/2003

(...)Como um dominó o frio na alma derrubou todas as certezas que eu tinha pelo caminho. De volta à primeira peça, com possibilidade de não mais derrubá-la, ficou novamente de pé e viu que dessa vez havia uma multidão em seu coração.
As pessoas tem hora certa na vida da gente. A passagem é tão meticulosa como a viagem de trem Paris-Amsterdã. Não adianta insistir e ir e voltar o mesmo trecho na tentativa de manter. Às vezes é preciso perder alguém para não perder o trilho.
O apito acena a possibilidade do novo encontro. (...)



Escrito por Renata CS às 01h12
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Dance me to the end of love

Dancei com todos os homens por quem em apaixonei. Música que foi-se com o tempo. 
O primeiro tirei para dançar e ele disse num tom clichê
"parece coisa de filme americano"
dançávamos já no meio da sala oca de móveis e sentimentos, antecipando a partida dele em alguns dias. Mas precisava dançar com ele antes da partida, saber como era a entrega àqueles braços, sentir se eram capazes de me segurar. Ele não quis tentar, e o bailado acabou no meio, desajeitado.
O segundo me fez dançar antes até de apaixonar, seduzindo com a capacidade de conduzir os quadris a seu prazer, impondo ritmo,  freqüência, as batidas quebradas levando luz, cor e som num gozo físico, suado. Mas dançávamos separados.
Veio o terceiro. Bailamos tanto. Bailamos bem. Em uma dança desfaleceu-me os sentidos inebriados no lamento de João Gilberto curtido no álcool. E ele segurou-me. Deslizávamos delicadamente. Variava o andamento, ganhava densidade, envolvia jazz, embalou com maciez a existência. E então parou de tocar.

*texto encontrado sem data



Escrito por Renata CS às 00h44
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Há quase três anos que existe caixas espalhadas contento pedaços da minha vida, baús escondendo meus livros, pilhas guardando cds, pastas com as artes, bolsas com a câmera. Há quase três anos tem coisa que foi depositada num canto e ficou lá sem a derradeira olhada que dirá se ela vai ou não continuar comigo. Tem muita coisa para limpar.

*a começar por esse maltratado blog, que acaba de receber uma micro-faxina e tá lá com os seus blogs indicados atualizados.



Escrito por Renata CS às 23h46
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e eu decididamente quero entrar na discussão desse limite de número de caracteres no blog do Uol. Alguém tem alguma dica?

Escrito por Renata CS às 12h05
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Chovendo no Molhado

Sáb - 22.10.2005
Desembarquei do avião às nove e pouco em ponto. Do aeroporto para o MAM é um pulinho. E lá começou a maratona.

TIM STAGE - 22.10:
Na bolsa de valores pré show, minha aposta sempre foi De La Soul. All-time favorite band, mais de 18 anos de estrada, inquestionável. Pensava : hmmm, Dizzee Rascall, M.I.A e De la Soul para fechar, a coisa vai explodir. Chego lá e alguém diz "De La Soul vai abrir a noite." O De La Soul vai abrir a noite... eu não acreditei. Quem colocaria uma das maiores bandas de hip hop, com 9 discos lançados para abrir QUALQUER noite? Alguém sem muita noção, só pode ser.
Então veio o show e o trio quebrou tudo. Uma hora de show cronometrado, e no final a platéia era deles. Um show clássico, com Mcs levando o público com as mãos, conseguindo até as tradicionais batalhas entre os lados do público, coisa rara por aqui pela barreira da língua. Teve também a marra deles de falar que o rio era "mair legal", mas isso pareceu-me política para ganhar platéia, sem muitos feridos nesse front. Show daqueles que você não quer ir ao banheiro, porque perde música boa - do clássico "Saturday" à "The Grind Date", faíxa-título do último disco, coisa para fã nenhum botar defeito - tirando claro, o fato de que com tão extensa discografia, mais de uma pessoa falou "poxa, faltou a minha favorita". De La Soul terminou o show abruptamente por causa do horário e deixou platéia no ponto alto da fervura, todo mundo pasmo, esperando algum bis que não veio. A prima idéia quando isso aconteceu foi passar uma petição pedindo mais uma hora de show pós-Dizee Rascall. Porque todo mundo queria mais.

o burburinho durou os vinte minutos de intervalo, veio então ela, M. I.A, a chamada sensação da música atual. Nascida na Inglaterra, filha de um ativista do Sri Lanka, ela morou lá tempo suficiente para ver o pai envolvido na guerra civil e o seu primo se matar como homem bomba. O que vem? Música de protesto. Da boa...em estúdio. A música de M.I.A é resultado da deglutição possível àqueles que tem causa para lutar, devora-se tudo no desespero de saber que o amanhã pode não acontecer. O show foi bacana, aquém do esperado, mas compreensível trantando-se do show de uma artista nova, que veio após uma tremenda barulheira. O engraçado foi perceber que no fundo ela é uma funkeira dos morros da terra da rainha. A própria apresentação não tem nada diferente do que os shows de funk que os cariocas estão tão habituados a frequentar. Talvez por isso e pelo desconhecimento do repertório, o show não decolou. Não só, chamou Deise Tigrona, a funkeira originalmente sampleada, para uma participação no show que ofuscou M.I.A e levou a platéia. M.I.A precisa de experiência de palco para lidar com uma situação como a que o TIM proporcionou. Potencial ela tem.

Dizzee Rascal
Menino querido do grime, versão mais suja e mais inglesa do rap, Dizzee Rascal merecia mais atenção da minha parte. Mas revoltada com o fim do De La Soul e a previsível apresentação de M.I.A, entei no show de bico. E quando eu vi aquela linda estruturinha de show de rap como tantos outros que eu já vi, me deu preguiça. E eu fui dar um rolê, porque se depois da 4a música ele não tinha me convencido que eu tinha que ver aquilo, era hora de dar uma volta para se preparar par ao próximo palco.

MOTOMIX - 22.10:

KL Jay
Set curto, perfeito para esquentar a platéia que voltava ao palco de onde sairá alguns minutos antes. (Motomix e Tim Stage ocupavam a mesma área). KL Jay mostrou o balanço que fez a sua fama ir além das músicas do Racionais Mc´s.

Cut Chemist
Garoto prodígio da pesquisa musical, Cut Chemist é um dos meus djs preferidos, o que torna esse relato um tanto contaminado. A sua capacidade singular de transitar por diferentes estilos/discos/batidas construindo uma música nova, chia de suingue - coisa rara para um americano - é supreendente. Cut cria no seu laboratório fórmulas que naturalmente envolvem as pessoas, levando-as à dançar felizes na pista.

Diplo
Diplo começou a carreira carimbado pelo Ninja Tune e rótulado como namorado/dj/produtor de M.I.A. E pode ir além disso no show de sábado-já-domingo. Como parte do clã ninja, algumas habilidades são pressupostas e mostradas, como destreza na manipulação de discos. O set já mostra que sua estrada de tijolos amarelos está nas batidas graves, pesadas e marcadas tão atraentes aos cariocas e a ele (é um pesquisador de funk local). Assim, Mr. Catra naturalmente foi a escolha do gringo para incendiar a pista. E o fogo começou forte, durando até quase seis da manhã.

[saída.enrola um pouquinho.pega avião.desmaia no avião.acorda em sp.táxi.cama.almoço.]



Escrito por Renata CS às 12h04
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Chovendo no molhado


TIM FEST SP - ARENA SKOL ANHEMBI - 23/10

milhares....quase 30 mil ingressos vendidos....multidão para curtir o show de domingo.

MUNDO LIVRE S.A
queria ter chegado a tempo mas só ouvi a banda pernambucana do lado de fora da tal arena. E eles tocaram "Guns of Brixton" do The Clash. Eles já tinham meu respeito. Agora ganharam mais ten thumbs up.

M.I.A
Mais segura que na apresentação carioca, M.I.A fez o público paulistano dançar principalmente com o hit "Bucky Done Gun" e sem a participação de Deize Tigrona. É legal. Mas precisa tomar toddynho.

Arcade Fire
Banda canadense. Ouvi falar dos caras a primeira vez pelo Tom Leão, que disse apostou neles ainda em março, dizendo que realmente eram bons. Bons? Sensacionais. Um show vigoroso, vibrante. Uma correria louca dos integrantes, um nonsense que seria até mais engraçado que musical não fosse a excelência dos oito músicos que transformam melodias desconhecidas em naturais diante de seus ouvidos. O conhecimento do repertório não importava diante do que era apresentado ali na frente, deixando toda a platéia embasbacada. Quando tem o próximo show mesmo?

Kings of Leon
Teve gente que gostou. Eu não sei se fui impaciente e não esperei o momento certo, o crescente da música...ai, que blá. Acontece que eu amo KOL, tenho os discos, canto junto, levanto as mãos. No primeiro acorde eles já atacarm "Molly´s Chamber" Ubberhit do primeiro disco e eu...bem, eu quase brochei, porque achei que não dava para ouvir a voz do vocalista (uma das coisas mais poderosas do KOL), achei tudo meio lento, com os andamentos que eu achava que incendiariam o palco mostrados em versão nana nenê. Antes do show eram minha grande aposta como surpresa do festival, com possibilidade de chamar a atenção do público. Ainda bem que não coloquei dinheiro na parada. Mas deixo claro que teve gente que gostou. Principalmente do fim. Nessa hora eu já estava revoltada com o som, com o cheiume do lugar onde estava e saí para pegar uma cerveja, pois o posicionamento tinha de ser estratégico para o grande show da noite...

STROKES
Foi bom. Foi do Caralho. Foi um PUTA show. Muitos reclamam da inexpressividade do grupo no palco, já que todo mundo se mexe meio como peças de xadrez, movimentos marcados para cá e para lá. Julian Casablancas literalmente escorria pelo pedestal do mic toda vez que trinava alguma música ou quando olhava para a multidão que o encarava vorazmente. Eles querem tudo o que você tem para dar, Jules. E não foi pouco, Graças. O negócio foi tão quente que o show previsto para durar 50 minutos durou mais de 1h20. Antes mesmo da primeira música, um "Oh shit" tamanho a surpresa com o público que os esperava. O repertório todo, todinho do primeiro disco e quase a totalidade de "Room on Fire", complementado por músicas do bem-vindo terceiro álbum. Tocar para um público de quase 30 mil pessoas todo para você é um show quase ganho, mas os Strokes não se importaram com a presença desse sexto membro da banda para garantir a boa apresentação. O shwo tem luz casada com a música, tem a possibilidade una de mudança de set list - em nenhuma das apresentações no Brasil a ordem das músicas foi a mesma. Após dez minutos do fim, voltaram para mais 3 músicas no bis. Eles não queriam ir embora nem a gente queria que eles fossem. Reptilia, a derradeira, explodiu a platéia numa apoteose que foi chamada de CarnaStrokes por alguns. Please don´t slow me down if I´m going too fast. Se eu pudesse, tinha seguido a tour para porto alegre.

*agradecimentos aos amigos que me aguentaram/ajudaram/comemoraram comigo essa maratona (pela ordem de aparecimento): Jojô, Fá, Má, Erika, Manô, Cocó, Déia, Pati, Calyne, Leti, Leandro, Bruno, Rê



Escrito por Renata CS às 12h28
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eu acho é pouco

Durou pouco. 40 dias comparados ao din-din surrupiado por uma das maiores raposas desse país é quase nada. Se bem que nunca acreditei que viveria para ver a cena dele atrás do xilindró. Pior ele ser solto e fazer a linha novela mexicana "Veja como sofri". Ai, tio Paulo, tá acabado? Com problemas de saúde? Fácil se curar na sua mansão do Jardim América né? E a população de São Paulo que tem que ir no decadente sistema público, muito sucateado por falta de verbas, aquelas mesmas que você desviou para a conta na Suíça, como faz? Ah, já sei, já que agora que você quer fazer a linha bonzinho, você vai dar abrigo à elas aí nas dependências do casarão. E servir quibe, por favor. Posso divulgar o endereço?



Escrito por Renata CS às 11h56
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São quatro endereços de e-mail, duas páginas cadastrada como usuária, um blog, um fotolog...e depois não entendo como eu esqueço senha...

Escrito por Renata CS às 11h37
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A curiosidade pode ter matado vários gatos mas por aqui só queimou sobrancelhas e bigodes

Escrito por Renata CS às 19h44
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Fortaleza, Karine Alexandrino, Montage, Ceará Music Festival...

Interessou? Mais tarde tem, depois das gravações do dia...



Escrito por Renata CS às 09h57
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Há muito tempo que durmo hoje para acordar hoje. Ou só é amanhã depois que acorda?



Escrito por Renata CS às 09h35
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