solidão, ah, a eterna companheira Eu já escrevi demais sobre a solidão, mas parece que sempre há algo a ser dito. acho que solidão é pessoal não tem jeito então não há muito o que dizer mas sim diferentes visões da coisa A seu ver, como ela surge? a solidão? ela não surge, ela está dentro de cada um tem gente que nunca abre a porta para ela tem gente que deixa ela ir e vir a solidão surge junto com a consciência, eu acho Eu sempre acreditei que a solidão fosse uma marca na alma, capaz de transformar o mundo, mesmo que olhando frestas. acho que todo mundo tem a solidão em si, mas tem gente que deixa ela no fundo, que tem medo
Escrito por Renata CS às 16h31
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Vc já leu "Do Amor", do Stendhal? é um conjunto de ensaios do stendhal acerca do amor, escritos no século XVIII E um dos tópicos fala exatamente disso: dessa dissolução do orgulho frente ao amor. Eu só quero que saibas que tens muito mais de mim do que imaginas.
"tenho de ti o que podes e queres me dar/ e isso basta/sem mesurações"
Escrito por Renata CS às 16h27
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cunverse
não tenho pressa
tenho elvis e tu na mente e no corazon
um copo embriagando os olhos
um vestindo cobrindo as pernas
e por aí vamos nós
nós
meu deus
quero que vc me pegue, me aperte, me beije e me ame
e depois me mande embora
aliás, me prometeu aulas, lembra?
aulas de namorido
intensivao
de andar de mão dada sem tremer nem querer sair correndo
linguagem do namoro em 10 lições
depois vira livro
e caderno de rascunho para nós
obra completa
Escrito por Renata CS às 16h12
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mulher-maravilha

Cena das bicicletas voadoras do E.T. Drama. As lágrimas pulam sem controle como milho estourando em pipoca na panela destampada. A culpa é da musiquinha. Toca tecla "mute" numa das reprises vespertinas. Nada adiantou. Seria a lembrança da infância perdida? Seria a evocação da época de cinema com mamãe? Seria algum tipo de paixão mal-resolvida por Elliot, o menino que encontra o E.T? Nada disso. Nova reprise, a número 453 da tarde globífera, "tv on" bem na cena da fuga do hospital, eles na ambulância e o F.B.I no cano de plástico, perseguição policial, bicicletas, ET na cestinha, mais perseguição em um genial rolê de bike, barreira de carros, ih fudeu...as bicicletas começaram a voar,
(pena que na foto não rola a cara dos amigos do elliot, a turma mais freak do cinema)
as lágrimas desataram a pular de novo, tal qual pérolas pelo chão depois que estoura o colar. Ping. Ping. Ping. Pára, respirar para tentar racionalizar. Tem de ter uma explicação. Vinte e oito anos, 459 exibições de ET e choro em todas. Copioso. Vergonhoso. Seria o final feliz? Eis que não, é lógico, a emoção das bicicletas não é tua das crianças que andam de bicileta no ar, aventura na lua, mas do ET que volta para casa, volta para os seus. Sim, nada mais é estranho, tudo faz sentido...é o ET, é a sensação de estar perdido, de não pertencer, de estar num local estranho, ...as lágrimas vêm junto à sensação de voar de volta para casa, ET phone home, cadê você meu povo que não vem me buscar no meio desse mundo louco?

A vida é fácil quando se é um ET no meio de uma multidão de terráqueos, alguns mais amigos, outros mais estranhos, o nonsense passa a fazer sentido.

E quando finalmente a nave da absoluta falta de sentido aterrisa do espaço sideral, leio essa no jornal:
"É da natureza dos super-heróis sentir uma imensa solidão, tanto pela inadaptação ao meio dos seres humanos normais quanto pela falta de um par ou similar para compartilhar as suas aflições" (Lúcia Valentim Rodrigues, hoje, na Folha de São Paulo)
Pronto, começa tudo de novo. Eu não sou ET. Eu sou um super-herói. Wonder Woman? Ah, não sei ainda, sempre achei o shortinho com braceletes uma ótima pedida, mas aquele top é a última opção.
Escrito por Renata CS às 18h53
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A mesma pergunta retorna por vozes diferentes, ainda sem resposta. Se fosse porre era de birita ruim e esses a gente não repete, como não se pede fidelidade à puta. Mas a afronta da linha de palavras seguidas por um ponto de interrogação continua batendo na tecla, de novo, e de novo, de novo, sem carbex nem corretivo nem sequer a chance de colocar a fita branca por cima. Por que? Como é que vou saber, ora bolas.
Escrito por Renata CS às 02h58
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Falando em "Walk The Line"/"Johnny & June" em português, filminho delícia, história boa, atuações de primeira. Mas cinema americano é pior que ópio.

Escrito por Renata CS às 02h50
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Quem sabe na próxima vida
...ou surto de carência descontrol:
*Deus, podia né? a pessoa aqui acordar, abrir os olhos e dar de cara com isso, nessa cena e tudo mais

*O moço cantar na sua orelha, aquele mesmo, daquela banda, com cara de meio desconjuntado: I said please don't slow me down If I'm going too fast You're in a strange part of our town...
Yeah, the night's not over You're not trying hard enough, Our lives are changing lanes You ran me off the road, The wait is over I'm now taking over, You're no longer laughing I'm not drowning fast enough.
Escrito por Renata CS às 02h13
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e o que é aquela mulher do BBB que vota...e chora na seqüência???
Escrito por Renata CS às 02h00
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